2 postagens em uma semana!
Viva às minhas insônias!
Bom, hoje, para a minha felicidade, vi uma entrevista com o Tom Zé!
Sempre é muito bom ouvi-lo.
Dai lembrei de um clipe dele que eu vi no AnimaMundi!
Como Tom Zé e o AnimaMundi foram duas coisas que eu descobri por acaso e gosto muito, resolvi postar o clipe aqui.
Falando no AnimaMundi, ele começa semana que vem. Mal posso esperar. Para quem nunca foi, eu recomendo!
O Amor é um Rock
Tom Zé
Composição: Tom Zé
- Jasão chora os filhos mortos: Se você tá procurando amor
Deixe a gratidão de lado:
O que que amor tem que ver
Com gratidão, menino,
Que bobagem é essa?
- Dr. Burgone:
O amor é egoísta,
- Coro de Medéia:
Sim – sim – sim, Tem que ser assim.
- Dr. Burgone:
O amor, ele só cuida
- Coro de Medéia:
Si – si – si
Só cuida de si.
- Dr. Burgone:
Então quer dizer que o amor é mesmo sem caráter?
- Coro de Medéia:
Sim – sim – sim – sim
Tem que ser assim,
- Dr. Burgone:
E sem caráter, de quem é que ele cuida?
- Coro de Medéia:
Si – si – si
Só cuida de si.
- Medéia, Ariadne e Electra:
Sem alma, cruel, cretino,
Descarado, filho da mãe,
O amor é um rock
E a personalidade dele é um pagode.
- Canto de Ofélia:
Meu primeiro amor
Tão cedo acabou
Só a dor deixou
Neste peito meu.
Meu primeiro amor
Foi como uma flor
Que desabrochou
E logo morreu.
Nesta solidão,
Sem ter alegria
O que me alivia
São meus tristes ais.
São prantos de dor
Que dos olhos saem
Pois que eu bem sei
Quem eu tanto amei
Não verei jamais.
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sábado, 5 de julho de 2008
domingo, 29 de junho de 2008
De volta!
Bom, após uma pausa alienante, estou voltando as considerações críticas que se passam nessa cabeça aqui.
Recebi um vídeo pela internet excelente que discute os ciclos de produção, consumo e descarte e como o padrão de vida altamente ligado ao consumo foram estabelecidos nos EUA. O vídeo se chama "A História das Coisas" ou "The Story of Stuff".
Será que somos como os norte-americanos? Certamente que ainda não, mas como tendemos a reproduzir os padrões deles, temos que tentar nos libertar desse paradigma do consumo.
Mas, se essa "libertação" é muito difícil, mesmo para quem tem uma visão crítica sobre o assunto, imagina para que nunca parou para pensar nos prejuízos causados pelo excesso de consumo!
O prazer de comprar atualmente é muito ligado a satisfação imediata e somos seduzidos e ludibriados a todo tempo por comerciais que nos mostram o quanto seríamos melhores e mais felizes se comprássemos mais coisas.
Nem vou escrever muito sobre isso, pois acho que o vídeo é muito bom e explica essas coisas muito melhor do que eu.
Acho fundamental esse questionamento sócio-histórico que a autora faz para entendermos como chegamos até esse paradigma do consumo exacerbado, e para que possamos tentar saltar rumo a um outro, independente do quanto isso seja utópico. Como o vídeo diz: o sistema baseado no consumo insustentável foi "criado por pessoas e como nós também somos pessoas, podemos criar algo novo".
Além desse vídeo, hoje assisti ao filme "Saneamento Básico". Ele é muito bom e divertido (como tudo feito pela Casa de Cinema de Porto Alegre e pelo Jorge Furtado que eu vi até hoje). Recomendo fortemente!
Dá para ler a sinopse do filme no wikipédia, mas resumindo, a história fala sobre uma pequena cidade no sul, que possui problemas provocados pela falta de saneamento básico, mas o município só dispõem de uma verba para a produção de filmes. Os moradores decidem utilizar a verba para o filme na construção de uma fossa, mas para isso, precisam produzir um filme para justificar o uso do dinheiro em questão.
Recebi um vídeo pela internet excelente que discute os ciclos de produção, consumo e descarte e como o padrão de vida altamente ligado ao consumo foram estabelecidos nos EUA. O vídeo se chama "A História das Coisas" ou "The Story of Stuff".
Será que somos como os norte-americanos? Certamente que ainda não, mas como tendemos a reproduzir os padrões deles, temos que tentar nos libertar desse paradigma do consumo.
Mas, se essa "libertação" é muito difícil, mesmo para quem tem uma visão crítica sobre o assunto, imagina para que nunca parou para pensar nos prejuízos causados pelo excesso de consumo!
O prazer de comprar atualmente é muito ligado a satisfação imediata e somos seduzidos e ludibriados a todo tempo por comerciais que nos mostram o quanto seríamos melhores e mais felizes se comprássemos mais coisas.
Nem vou escrever muito sobre isso, pois acho que o vídeo é muito bom e explica essas coisas muito melhor do que eu.
Acho fundamental esse questionamento sócio-histórico que a autora faz para entendermos como chegamos até esse paradigma do consumo exacerbado, e para que possamos tentar saltar rumo a um outro, independente do quanto isso seja utópico. Como o vídeo diz: o sistema baseado no consumo insustentável foi "criado por pessoas e como nós também somos pessoas, podemos criar algo novo".
Além desse vídeo, hoje assisti ao filme "Saneamento Básico". Ele é muito bom e divertido (como tudo feito pela Casa de Cinema de Porto Alegre e pelo Jorge Furtado que eu vi até hoje). Recomendo fortemente!
Dá para ler a sinopse do filme no wikipédia, mas resumindo, a história fala sobre uma pequena cidade no sul, que possui problemas provocados pela falta de saneamento básico, mas o município só dispõem de uma verba para a produção de filmes. Os moradores decidem utilizar a verba para o filme na construção de uma fossa, mas para isso, precisam produzir um filme para justificar o uso do dinheiro em questão.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Um pouquinho de alienação!

Bom, não tenho escrito, não pela falta de tempo em si, mas pela falta de capacidade de elaborar frases, provocada pelo excesso de trabalho.
Em meio a tantos conflitos existenciais, resolvi fazer um programinha "alternativo": fui ver "Sex-and-the-city" com um grupo de amigas e depois nos enchemos de comidas cheias de açúcar no outback! Obviamente, falamos muita besteira e rimos muito!
Viva ao Imperialismo! hehe
Depois disso recarreguei minhas baterias!
E percebi que não dá p/ levar tudo tão a sério sempre!
FUI!
Até o próximo!
domingo, 1 de julho de 2007
Do meu gosto pelas animações e seus enquadramentos no que já trazemos de bagagem
Tem um tempinho que eu não escrevo, mas final de semestre é correria total!
Esse ano, o Festival AnimaMundi coincidiu com esse período.
Agora que sou "gente grande", não posso mais passar a semana inteira no festival, matando aulas.
É,... a gente cresce...
Bem, mesmo sendo gente grande, troquei o trânsito de volta p/ casa da sexta-feira por um "pulinho" no CCBB. Encontrei amigos e vi uma sessão.
Recomendo fortemente a todos uma ida ao AnimaMundi. Sempre se encontra gente bacana, já conhecidos ou a conhecer.
O mais legal das animações, é que enquadramos várias coisas que já trazemos em nossas cabeças nos desenho e sentimos que aquele cara estava pensando o mesmo que a gente. É que nem arte moderna. A "liberdade" adquirida na arte permite isso, e nós seres humanos precisamos de identificação, mesmo que no fundo, ela nem exista (hehe).
Recomendo fortemente também, que quem ainda puder ir ao festival desse ano, veja o longa brasileiro "Garoto Cósmico" do Alê Abreu.
O filme fala sobre um planeta só de crianças onde elas têm que seguir rigorosamente um programa e adquirir pontos. Pontos adquiridos resultam em promoções ao planeta das crianças-adulto e finalmente ao planeta dos adultos-complexos.

O filme é muito recomendado à professores, acho que como professores temos que pensar muito no que foi discutido nesse filme. Temos sempre que levar isso em mente para que como professores, nós não nos transformemos no mostro do filme. Mas só vendo p/ saber do que eu tô falando.
Infelizmente, esses filmes não vão p/ o grande circuito, não passam no Cinemark, nem na blockbuster e no final do ano teremos mais uma vez um filme da Xuxa.
Mas como resistir é possível, e preciso, vc pode ver o trailer no YouTube.
http://www.youtube.com/watch?v=tZddGE4vr1k
Tem tb a página do Alê Abreu: www.aleabreu.com.br/pagina.php?id=2
Ah! Além de tudo, o desenho é lindo e brasileiríssimo!
Esse ano, o Festival AnimaMundi coincidiu com esse período.
Agora que sou "gente grande", não posso mais passar a semana inteira no festival, matando aulas.
É,... a gente cresce...
Bem, mesmo sendo gente grande, troquei o trânsito de volta p/ casa da sexta-feira por um "pulinho" no CCBB. Encontrei amigos e vi uma sessão.
Recomendo fortemente a todos uma ida ao AnimaMundi. Sempre se encontra gente bacana, já conhecidos ou a conhecer.
O mais legal das animações, é que enquadramos várias coisas que já trazemos em nossas cabeças nos desenho e sentimos que aquele cara estava pensando o mesmo que a gente. É que nem arte moderna. A "liberdade" adquirida na arte permite isso, e nós seres humanos precisamos de identificação, mesmo que no fundo, ela nem exista (hehe).
Recomendo fortemente também, que quem ainda puder ir ao festival desse ano, veja o longa brasileiro "Garoto Cósmico" do Alê Abreu.
O filme fala sobre um planeta só de crianças onde elas têm que seguir rigorosamente um programa e adquirir pontos. Pontos adquiridos resultam em promoções ao planeta das crianças-adulto e finalmente ao planeta dos adultos-complexos.

O filme é muito recomendado à professores, acho que como professores temos que pensar muito no que foi discutido nesse filme. Temos sempre que levar isso em mente para que como professores, nós não nos transformemos no mostro do filme. Mas só vendo p/ saber do que eu tô falando.
Infelizmente, esses filmes não vão p/ o grande circuito, não passam no Cinemark, nem na blockbuster e no final do ano teremos mais uma vez um filme da Xuxa.
Mas como resistir é possível, e preciso, vc pode ver o trailer no YouTube.
http://www.youtube.com/watch?v=tZddGE4vr1k
Tem tb a página do Alê Abreu: www.aleabreu.com.br/pagina.php?id=2
Ah! Além de tudo, o desenho é lindo e brasileiríssimo!
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